Academia Pernambucana de Medicina chega a 2020 com ações em favor da sociedade

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Foto: Rafael Furtado/Folha de Pernambuco

Com a missão de conservar a memória da atividade médica e difundir o conhecimento científico no Estado, a Academia Pernambucana de Medicina chega a 2020 com muitos motivos para comemorar. Até dezembro, quando completa 50 anos de fundação, a instituição prepara uma série de ações, discutindo os desafios para o presente e o futuro, sem deixar de lado a história, da área da saúde no Brasil e em Pernambuco.

Fundada no dia 17 de dezembro de 1970 pelo médico e professor Fernando Figueira (1919-2003), a Academia Pernambucana de Medicina, atualmente composta por 50 membros, funciona na antiga Faculdade de Medicina do Recife, um casarão tombado às margens do rio Capibaribe, nas imediações da praça do Derby, na área central da Capital.

O edifício histórico abriga também o Memorial da Medicina, a Associação Brasileira de Escritores Médicos em Pernambuco, a Associação dos Ex-Alunos da Faculdade de Medicina do Recife e o Instituto da História da Medicina. “O prédio foi planejado pelo arquiteto italiano Giácomo Palumbo, que projetou o Hotel Central, na Boa Vista, e o Palácio da Justiça. Representa o estilo neocolonial”, explica o presidente da instituição, o neurocirurgião Hildo Azevedo Filho.

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